CRÍTICA FILME: JUMPER (Jumper, 2008, EUA) “Jumper” tem a mediana direção de Doug Liman ("Sr. & Sra. Smith") e o raso roteiro de David S. Goyer ("Batman Begins"), Jim Uhls ("Clube da Luta") e Simon Kinberg ("X-Men - O Confronto Final"), baseado no romance de Steven Gould. Como podem ver, todos os roteiristas têm bons filmes em seus currículos, tomando "Jumper" uma exceção. Com boas tomadas de câmera e cenas bem planejadas, o longa é totalmente plástico, já que agrada pelas imagens, originárias pelas belas locações, tornando a fotografia de Barry Peterson ("A Face Oculta da Lei") praticamente descartável. "Jumper" foi gravado em terras estadunidenses (é claro), tchecas, mexicanas, egípcias, francesas, canadenses, italianas e japonesas, ou seja, a equipe rodou o mundo. A trilha sonora não agrada nem desagrada. Mas será que lembro mesmo das canções?! Acho que não. Tem alguma durante o filme?! Bom, melhor esquecermos o que acabei de dizer. “Jumper” teve orçamento de US$ 85 milhões (grande parte foi gasta em viagens) e as gravações ocorreram entre 28 de agosto e 8 de dezembro de 2006. Com efeitos visuais satisfatórios, roteiro vago e atuações medíocres, "Jumper" ainda assim consegue surpreender positivamente devido à beleza das cenas e uma harmonia inesperada entre os personagens. Destaque para a sequência no interior do Coliseu. NOTA (0 a 5): 3,5
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