CRÍTICA FILME: UM PLANO BRILHANTE (Flawless, 2007, Inglaterra/Luxemburgo) "Um Plano Brilhante" tem direção de Michael Radford ("O Mercador de Veneza") e roteiro de Edward Anderson. O papel principal ficou com Demi Moore, que está péssima interpretando Laura Quinn, uma executiva da maior empresa de diamantes de Londres na década de 1960. O contraste da atuação de Moore é a de Michael Caine ("Batman Begins"). No papel de Mr. Hobbs o ator engrandece a película com uma interpretação estupenda e digna de uma lenda viva que é. Mas infelizmente o roteiro não colabora com Caine. Cheio de falhas, a história acaba ridicularizando o suspense com e incontáveis cenas bizarras. O ápice desta bizarrice toda é o final, muito ruim e que é resultado desta produção mediana, mas que beirou o ridículo. Um detalhe curioso é uma cena em que Moore cruza as pernas bem ao estilo Sharon Stone, gerando risos na platéia. E pra piorar a situação, ao final Moore encerra a sua participação como uma "bonequinha de luxo", ridicularizando o clássico filme de 1961 devido à baixa qualidade de “Um Plano Brilhante”. A maquiagem é outro ponto fraco e isso fica evidente na transformação de Demi Moore. Já as locações são satisfatórias. O longa teve como pano de fundo países como França, Inglaterra e Luxemburgo. A fraca equipe de produção contou com Michael A. Pierce ("No Rastro da Bala") e Mark Williams ("The Cooler - Quebrando a Banca"). Com um orçamento de US$ 20 milhões, fica óbvio o mau planejamento do diretor Michael Radford, que levou "Um Plano Perfeito" à beira do precipício. É decepcionante ver um filme inglês com roteiro tão raso e atuações tão medíocres (salvo Michael Caine), já que as produções inglesas são famosas pela excelência técnica, principalmente de seus roteiros. NOTA (0 a 5): 2,5
**
| | |
|
|
|
0 Comentários:
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial