CRÍTICA FILME: SICKO $O$ SAÚDE (Sicko, 2007, EUA) "Sicko" é o novo documentário do polêmico diretor Michael Moore. Melhor que "Fahrenheit 11 de setembro", mas pior que "Tiros em Columbine", "Sicko" trata da frágil saúde estadunidense, onde para que uma pessoa consiga atendimento médico, tem que possuir um plano de saúde. Ou seja, lá não existe sistema de saúde gratuito. O roteiro é cheio de fortes denúncias contra o governo e indústrias do plano de saúde, mostrando as farsas deste mundo esdrúxulo, onde o dinheiro vale mais que a vida de um ser humano. Mesmo com estas características positivas de denúncia, Michael Moore assina o roteiro bem ao seu estilo: sensacionalista, extremista e partidarista. Até merchandise para a candidata à presidência dos Estados Unidos, Hilary Clinton, há no longa. Um filme feito principalmente para o público estadunidense, que começa lento, tem uma evolução considerável, mas que mesmo assim, não sai da mesmice. O filme foi gravado nos EUA, Cuba, Canadá e França. A trilha sonora é satisfatória e teve canções como "I'm Alone Without You", Interpretada por Tom Morello e "Street Fighting Man", Interpretada por The Rolling Stones. Com um orçamento de US$ 9 milhões, "Sicko" foi exibido na mostra Panorama do Cinema Mundial, no Festival do Rio 2007 e recebeu indicação ao Oscar de Melhor Documentário. Um filme válido e bastante sarcástico, que acrescenta em conhecimento pessoal. Mas que roda, roda e não sai do lugar.
NOTA (0 a 5): 3,5***
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