CRÍTICA
FILME: LICENÇA PARA CASAR (License to Wed, 2007, EUA)
Ken Kwapis é o diretor desse longa-metragem e ao lado de Kim Barker, Vince Di Meglio e Tim Rasmussen, que basearam-se em estória de Kim Barker e Wayne Lloyd, criaram uma atmosfera irregular e sem grandes pretensões para o filme. Uma história morna e que nunca convence o espectador de estar assistindo a um bom filme. Uma cena ruim após a outra, tomadas muito mal feitas e atuações infantis, ilustraram esse desastre cinematográfico. Robin Williams interpreta o Reverendo Frank, um personagem bem bolado, mas muito limitado em suas ações interpretativas, ou seja, uma criação que tinha tudo pra dar certo, pois a idéia é boa, mas que acabou indo às favas pela incopetência da produção, formada por Mike Medavoy, Arnold Messer, Nick Osborne e Robert Simonds, demosntrando uma falta de preocupação quanto a qualidade da película. Deixando no ar um tom de preguiça, falta de perícia e desmazelo por parte dos mesmos. Nem citarei a fotografia, sonografia e cenografia, de tão ruins. Então deixemos pra comentá-los em filmes mais bem idealizados, ao menos. Um filme leve, até demais, que chega a icomodar. Mas que pelo menos não agride a inteligência das pessoas, apesar de ser meio paspalhão. É um "Entrando Numa Fria" ridicularizado. Uma das piores comédias que vi, com rarríssimos momentos realmente engraçados. Nada a mais a declarar. NOTA (0 a 5): 1,5 *
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