| em cartaz |

+ home +
+ 4fun +
+ music +
+ em cartaz +
+ instants +
+ vídeos +


comunidades orkut

+ Jornal Estação +
+ Cinema BH +






        


           


         

 
| blog | jornal estação |


expediente

editor chefe
gustavo coelho (cuei)

colunistas
alexandre costa
anderson siqueira
laura damasceno

on-line
jornalestacao@msn.com


| copyright® 2006 |
| todos o direitos reservados |



| arquivos |
 
  • 09/01/2006 - 10/01/2006
  •  
  • 10/01/2006 - 11/01/2006
  •  
  • 11/01/2006 - 12/01/2006
  •  
  • 12/01/2006 - 01/01/2007
  •  
  • 01/01/2007 - 02/01/2007
  •  
  • 02/01/2007 - 03/01/2007
  •  
  • 03/01/2007 - 04/01/2007
  •  
  • 04/01/2007 - 05/01/2007
  •  
  • 05/01/2007 - 06/01/2007
  •  
  • 06/01/2007 - 07/01/2007
  •  
  • 07/01/2007 - 08/01/2007
  •  
  • 08/01/2007 - 09/01/2007
  •  
  • 09/01/2007 - 10/01/2007
  •  
  • 10/01/2007 - 11/01/2007
  •  
  • 11/01/2007 - 12/01/2007
  •  
  • 12/01/2007 - 01/01/2008
  •  
  • 01/01/2008 - 02/01/2008
  •  
  • 02/01/2008 - 03/01/2008
  •  
  • 03/01/2008 - 04/01/2008
  •  
  • 04/01/2008 - 05/01/2008
  •  
  • 05/01/2008 - 06/01/2008
  •  
  • 06/01/2008 - 07/01/2008
  •  
  • 07/01/2008 - 08/01/2008
  •  
  • 08/01/2008 - 09/01/2008









  • | Assinar
    Postagens [Atom] |


    web hit counter





     


    emcartaz@jornalestacao.com     


    sábado, agosto 11, 2007

    CRÍTICA
    FILME: LUZES DO ALÉM (White Noise 2: The Light, 2007, EUA/CANADÁ)
    O suspense de terror "Luzes do Além" é a sequência do longa-metragem "Vozes do Além", de 2005. O assunto tratado pelos filmes é a experiência vivida por várias pessoas do chamado quase-morte (EQM), nas quais o paciente sai do próprio corpo e observa a si mesmo deitado na mesa de operações; ou estados alterados de consciência, em que realidades "coletivas" são alcançadas. Ao contrário do filme anterior, que tem como protagonista, Michael Keaton, “Luzes do Além” tem um roteiro assinado por Matt Venne, que estreiou nas telonas com este fracasso. Previsível, com mortes mal estruturadas tornando-se numa bizarrice total. O roteiro ainda faz generalizações para justificar que todo o mau que há no mundo veio de uma única raiz: o "inferno". A direção da película ficou por conta do pouco experiente Patrick Lussier, que andava sumido desde 2000, ano em que gravou os seus 2 únicos filmes até então: "Drácula 2000" e "Anjos Rebeldes 3 - O Ascendente", igualmente polêmicos. A primeira cena de "Luzes do Além" é ótima e merece elogios, pois em poucos segundos, marca por ser forte e impactante. Mas a sequência é fraca e quando achamos que o filme ia dar uma reviravolta, na questão qualitativa, o mesmo volta a redicularizar-se e detona de uma vez por todas as poucas expectativas que retava-nos. O final é extremamente ordinário e honra, literalmente, à má qualidade da produção. Podemos tirar algumas conclusões de o porquê o filme é ruim: por contar com um elenco sem qualidade, que tem à frente o fraco Nathan Fillion, um diretor com nenhuma qualidade, um roteirista com qualidade alguma e uma equipe técnica desqualificada, dirigida pelo produtor Shawn Williamson, que tem no currículo filmes horrendos como "Seres Rastejantes", de 2006. "Vozes do Além", filme anterior a este, estreou em apenas 2.200 salas, o que é um número pequeno em relação à maioria das produções, mas que ainda assim arrecadou um total de US$ 56 milhões ao final de sua passagem pelas telonas. Ainda que bilheteria não signifique, obrigatoriamente, que o filme é bom, "Vozes do Além" agradou muito mais do que "Luzes do Além", principalmente por ter um melhor planejamento e uma equipe mais experiente do que esta sequência, que resumindo, é um suspense/terror barato e com falso surrealismo.

    NOTA (0 a 5): 2
    **

    0 Comentários:

    Postar um comentário

    Assinar Postar comentários [Atom]

    << Página inicial