| em cartaz |

+ home +
+ 4fun +
+ music +
+ em cartaz +
+ instants +
+ vídeos +


comunidades orkut

+ Jornal Estação +
+ Cinema BH +






        


           


         

 
| blog | jornal estação |


expediente

editor chefe
gustavo coelho (cuei)

colunistas
alexandre costa
anderson siqueira
laura damasceno

on-line
jornalestacao@msn.com


| copyright® 2006 |
| todos o direitos reservados |



| arquivos |
 
  • 09/01/2006 - 10/01/2006
  •  
  • 10/01/2006 - 11/01/2006
  •  
  • 11/01/2006 - 12/01/2006
  •  
  • 12/01/2006 - 01/01/2007
  •  
  • 01/01/2007 - 02/01/2007
  •  
  • 02/01/2007 - 03/01/2007
  •  
  • 03/01/2007 - 04/01/2007
  •  
  • 04/01/2007 - 05/01/2007
  •  
  • 05/01/2007 - 06/01/2007
  •  
  • 06/01/2007 - 07/01/2007
  •  
  • 07/01/2007 - 08/01/2007
  •  
  • 08/01/2007 - 09/01/2007
  •  
  • 09/01/2007 - 10/01/2007
  •  
  • 10/01/2007 - 11/01/2007
  •  
  • 11/01/2007 - 12/01/2007
  •  
  • 12/01/2007 - 01/01/2008
  •  
  • 01/01/2008 - 02/01/2008
  •  
  • 02/01/2008 - 03/01/2008
  •  
  • 03/01/2008 - 04/01/2008
  •  
  • 04/01/2008 - 05/01/2008
  •  
  • 05/01/2008 - 06/01/2008
  •  
  • 06/01/2008 - 07/01/2008
  •  
  • 07/01/2008 - 08/01/2008
  •  
  • 08/01/2008 - 09/01/2008









  • | Assinar
    Postagens [Atom] |


    web hit counter





     


    emcartaz@jornalestacao.com     


    quarta-feira, abril 25, 2007

    CRÍTICA
    FILME: O CHEIRO DO RALO (O Cheiro do Ralo, 2007, Brasil)
    O encarregado de dirigir o longa-metragem foi Heitor Dhalia; o roteiro, a fotografia e a atuação de Selton Mello, que faz dobradinha com o diretor Heitor Dhalia neste filme após trabalharem juntos em "Nina" (2004), têm destaques nessa humilde produção; humilde no ponto de vista financeiro, já que "O Cheiro do Ralo" teve orçamento de apenas R$ 315 mil, reunidos entre sócios privados e pelos produtores executivos; porque qualitativamente, é um filme estupendo, deixando muitas produções orçadas em grandes valores a ver navios. Roteiro assinado por Marçal Aquino e Heitor Dhalia, baseado em livro de Lourenço Mutarelli, com o mesmo título que o longa-metragem; com uma história inteligente, sarcástica e trágica; provocando o espectador com metáforas que visam criticar ironicamente a decadência da sociedade capitalista mundial. Na parte técnica, chamo atenção para os planos, muito bem escolhidos e com uma beleza indiscutível, tornando o visual do filme mais atraente, sedutor e ao mesmo tempo, incômodo. O protagonista é Lourenço, interpretado pelo talentoso Selton Mello, um comerciante que compra objetos usados e que, aos poucos, desenvolve um jogo com seus clientes, trocando a frieza pelo prazer que sente ao explorá-los, já que sempre estão em sérias dificuldades financeiras. Selton está perfeito num papel que demonstra frieza e perícia, agradando a gregos e troianos. O ator declarou à imprensa que nasceu para realizar esse papel, encaixando-se perfeitamente a ele. Uma verdadeira obra prima canarinha e que fortalece o senso crítico das pessoas para com o atual mundo catastrófico em que vivemos, economicamente falando. Forte e sem pudores, "O Cheiro do Ralo" é uma produção inteligente que instiga a platéia com cenas dinâmicas e um roteiro inconfundível, num desfecho trágico e marcante! O filme foi exibido na mostra Première Brasil, no Festival do Rio 2006 e ganhou o Prêmio Especial do Júri e o de Melhor Ator (Selton Mello), no Festival do Rio e prêmio de Melhor Filme - Júri Oficial e o Prêmio da Crítica - Nacional, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. É o cinema brasileiro caminhando com suas próprias pernas!

    NOTA (0 a 5): 4,5
    ****

    0 Comentários:

    Postar um comentário

    Assinar Postar comentários [Atom]

    << Página inicial