CRÍTICA
FILME: ROCKY BALBOA (Rocky Balboa, 2006, EUA)
Sylvester Stallone está de volta às telas do cinema, dessa vez como diretor, roteirista e protagonista do 6º e último filme da franquia "Rocky". O enredo conta a história do boxeador já aposentado e dono de um restaurante no sul da Filadélfia, vizinhança na qual ele cresceu. Sua rotina diária é gerenciar seu estabelecimento, garantir boas histórias dos tempos de lutador e distrubuir alguns autógrafos entre os clientes-fãs. Seu filho, Robert Jr. (Milo Ventimiglia), não é muito chegado ao pai e despreza-o desde a morte de sua mãe. Com o tempo passando e sua fama acabando, Rocky decide aceitar uma brincadeira da mídia e desafia o atual campeão dos pesos pesados Mason Dixon (Antonio Tarver), que também não tem mais adversários para lutar e aceita o desafio. Um bom enredo que mostra com sensibilidade a vida de Rocky aposentado e decidido a voltar aos ringues pela última vez. O treinamento é muito corrido, demonstrando que Stallone priorizou a luta em seu roteiro, que por sinal é estupenda! Tomadas bem feitas e efeitos de câmera muito bem bolados, contando com uma edição perfeita e sonoplastia excelente! "Rocky Balboa" é uma das raras longas continuações que deu certo, pelo menos em seu "filme-desfecho". Um longa que surpreenderá positivamente os antigos fãs, mas que talvez incomode os novatos por conter uma receita antiga e fora de moda.NOTA (0 a 5): 4****
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