CRÍTICA
FILME: BABEL (Babel, 2006, EUA)
"Babel" chega às telonas com 6 indicações ao Oscar 2007: melhor filme, diretor, atriz coadjuvante, roteiro original, montagem, trilha sonora. O estupendo diretor espanhol Alejandro González Iñárritu ("21 Gramas") procurou mostrar as barreiras linguísticas, culturais e pessoais que abrange três continentes e inclui os temas do terrorismo, imigração e suicídio. As atuações são boas e merecidas dentro de um ótimo enredo, que mostrou mais qualidades do que falhas, mas que também pecou ao deixar várias conclusões ao ar. Não que um filme tenha que explicar tudo ao seu final, mas também não pode simplesmente jogar tudo pro alto, digamos assim. O final é um pouco vago e compromete o resultado geral do longa, mas nem por isso perde a beleza quanto à fotografia entre outros! O título do filme tem origem na Torre de Babel, que foi usada como uma tentativa do povo daquela época de se comparar a Deus, tentando mostrar que não seriam surpreendidos por outro dilúvio, como o ocorrido com Noé. Devido a essa arrogância, Deus resolveu punir estas pessoas com a divisão do mundo em várias línguas. Um filme para ver, rever, pensar, repensar e refletir, mas que foi abaixo da espectativa!NOTA (0 a 5): 4****
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