| em cartaz |

+ home +
+ 4fun +
+ music +
+ em cartaz +
+ instants +
+ vídeos +


comunidades orkut

+ Jornal Estação +
+ Cinema BH +






        


           


         

 
| blog | jornal estação |


expediente

editor chefe
gustavo coelho (cuei)

colunistas
alexandre costa
anderson siqueira
laura damasceno

on-line
jornalestacao@msn.com


| copyright® 2006 |
| todos o direitos reservados |



| arquivos |
 
  • 09/01/2006 - 10/01/2006
  •  
  • 10/01/2006 - 11/01/2006
  •  
  • 11/01/2006 - 12/01/2006
  •  
  • 12/01/2006 - 01/01/2007
  •  
  • 01/01/2007 - 02/01/2007
  •  
  • 02/01/2007 - 03/01/2007
  •  
  • 03/01/2007 - 04/01/2007
  •  
  • 04/01/2007 - 05/01/2007
  •  
  • 05/01/2007 - 06/01/2007
  •  
  • 06/01/2007 - 07/01/2007
  •  
  • 07/01/2007 - 08/01/2007
  •  
  • 08/01/2007 - 09/01/2007
  •  
  • 09/01/2007 - 10/01/2007
  •  
  • 10/01/2007 - 11/01/2007
  •  
  • 11/01/2007 - 12/01/2007
  •  
  • 12/01/2007 - 01/01/2008
  •  
  • 01/01/2008 - 02/01/2008
  •  
  • 02/01/2008 - 03/01/2008
  •  
  • 03/01/2008 - 04/01/2008
  •  
  • 04/01/2008 - 05/01/2008
  •  
  • 05/01/2008 - 06/01/2008
  •  
  • 06/01/2008 - 07/01/2008
  •  
  • 07/01/2008 - 08/01/2008
  •  
  • 08/01/2008 - 09/01/2008









  • | Assinar
    Postagens [Atom] |


    web hit counter





     


    emcartaz@jornalestacao.com     


    sexta-feira, janeiro 05, 2007

    CRÍTICA
    FILME: UM BOM ANO (A Good Year, 2006, EUA)
    "Um Bom Ano" é um drama positivista, que mostra o lado bom das coisas e das situações cotidianas, nem que para isso precise mostrar também o lado ruim, para que haja um tipo de comparação perante o espectador. Um enredo bem trabalhado, adaptado do romance homônimo de Peter Mayle - foi originalmente adaptado por Marc Klein ("Escrito nas Estrelas") e depois reescrito por Ted Griffin (que trabalhou com Scott em "Os Vigaristas") e pelos irmãos Jez e Tom Butterworth. Ridley Scott ("Cruzada") foi o responsável pela direção e reuniu Russell Crowe ("Gladiador"), que saiu-se muito bem, até mais do que o esperado, Marion Cotillard ("Peixe Grande"), com uma atuação medíocre e Albert Finney ("Peixe Grande"). O orçamento do longa ficou na casa dos US$ 35 milhões. Modesto, mas suficiente para um filme simples, que busca priorizar a teoria, o jogo de palavras e incomoda-se pouco com instrumentos visuais sofisticados. Favorecendo a integridade mental do espectador. As filmagens foram feitas na Inglaterra e na França. Um filme bonito e admirável de se ver!

    NOTA (0 a 5): 4
    ****

    0 Comentários:

    Postar um comentário

    Assinar Postar comentários [Atom]

    << Página inicial