CRÍTICA
FILME: O LABIRINTO DO FAUNO (El Laberinto del Fauno, 2006, México/Espanha/EUA)
A grande surpresa de 2006 com certeza! Um filme com pouca publicidade, mas com ótima produção e resultado, que agradou a gregos e troianos. Uma história mágica, triste, bonita e sombria. Um roteiro excelente, que consegue encaixar a realidade com a fantasia e faz-nos ingressar em um conto maravilhoso! A Warner Bros. adquiriu os direitos de distribuição do filme "O Labirinto do Fauno" para a Espanha e a América Latina. A produção é dirigida pelo mexicano Guillermo Del Toro ("Hellboy", "Blade 2") e traz Doug Jones ("Máquina do Tempo", "Hellboy"), Sergi Lopes ("Coisas Belas e Sujas") e Maribel Verdú ("E Sua Mãe Também") no elenco. A produção do filme ficou a cargo de Bertha Navarro, da OMM (empresa de Alfonso Cúaron, Guillermo del Toro e Frida Torresblanco) e dos Estúdios Picasso, braço da empresa Telecinco. Jones é um dos personagens principais do filme e o mais interessante deles, no qual interpreta Pan, criatura da mitologia grega meio-homem, meio-bode. As atuações em geral são muito boas, com destaque para a pequena Ivana Baqueiro, que interpreta Ofelia, em seu primeiro trabalho, no qual saiu-se muito bem! Um ótimo filme, com ótimos efeitos especiais e sonoros e uma montagem ótima! É tão bom que será o representante do México no Oscar de melhor filme estrangeiro do próximo ano. Uma aventura adulta, até classificação etária (16 anos) aponta isso.NOTA (0 a 5): 4****
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