CRÍTICA
FILME: O ILUSIONISTA (The Illusionist, 2006, República Tcheca/EUA)
Um filme simples, com elementos básicos e sem grandes pretensões, pelo menos essa foi a sensação transmitida pelo mesmo. As atuações são satisfatórias, nem Edward Norton surpreendeu dessa vez, com tantos papéis bons em sua carreira, podia até chamar esse de vexame e totalmente abaixo da espectativa, se não fosse o detalhe de que ele teve aulas de mágica para a produção e realizou todos os truques que vemos na tela. Neil Burger ("Entrevista com o Vampiro") é o diretor e esse é o seu 2º trabalho na frente de um longa-metragem, demonstrando um gosto favorável a filmes épicos e sempre com bons figurinos, que é um dos pontos positivos também em "O Ilusionista". A produção saiu-se bem, dando uma elegância sem igual e a principal arma usada foi a questão dos efeitos especiais, tornando o filme interessante e leve de se ver, com truques de ilusionismo. O final deixa a desejar por ser previsível e pretensioso, desanimando o público. Um filme morno, mas que nem por isso perde o charme e o encantamento do enredo, que também foi escrito por Neil Burger.NOTA (0 a 5): 4****
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