| em cartaz |

+ home +
+ 4fun +
+ music +
+ em cartaz +
+ instants +
+ vídeos +


comunidades orkut

+ Jornal Estação +
+ Cinema BH +






        


           


         

 
| blog | jornal estação |


expediente

editor chefe
gustavo coelho (cuei)

colunistas
alexandre costa
anderson siqueira
laura damasceno

on-line
jornalestacao@msn.com


| copyright® 2006 |
| todos o direitos reservados |



| arquivos |
 
  • 09/01/2006 - 10/01/2006
  •  
  • 10/01/2006 - 11/01/2006
  •  
  • 11/01/2006 - 12/01/2006
  •  
  • 12/01/2006 - 01/01/2007
  •  
  • 01/01/2007 - 02/01/2007
  •  
  • 02/01/2007 - 03/01/2007
  •  
  • 03/01/2007 - 04/01/2007
  •  
  • 04/01/2007 - 05/01/2007
  •  
  • 05/01/2007 - 06/01/2007
  •  
  • 06/01/2007 - 07/01/2007
  •  
  • 07/01/2007 - 08/01/2007
  •  
  • 08/01/2007 - 09/01/2007
  •  
  • 09/01/2007 - 10/01/2007
  •  
  • 10/01/2007 - 11/01/2007
  •  
  • 11/01/2007 - 12/01/2007
  •  
  • 12/01/2007 - 01/01/2008
  •  
  • 01/01/2008 - 02/01/2008
  •  
  • 02/01/2008 - 03/01/2008
  •  
  • 03/01/2008 - 04/01/2008
  •  
  • 04/01/2008 - 05/01/2008
  •  
  • 05/01/2008 - 06/01/2008
  •  
  • 06/01/2008 - 07/01/2008
  •  
  • 07/01/2008 - 08/01/2008
  •  
  • 08/01/2008 - 09/01/2008









  • | Assinar
    Postagens [Atom] |


    web hit counter





     


    emcartaz@jornalestacao.com     


    quarta-feira, janeiro 10, 2007

    CRÍTICA
    FILME: O AMOR NÃO TIRA FÉRIAS (The Holiday, 2006, EUA)
    "O Amor Não Tira Férias" é o novo trabalho da diretora Nancy Meyers, que estava longe das telas desde 2003, quando dirigiu "Alguém tem que Ceder", com Diane Keaton e Jack Nicholson. O longa contém 136 min. de muitas falas e cenas desnecessárias que deviam ter sido excluídas para enxutar um pouco a duração do mesmo. O enredo não chega a ser monótono, pois tem grandes aliados: a sutileza de como foi colocada a história, a emoção transmitida pelo elenco, a trilha sonora, que encaixou-se perfeitamente e a edição, muito bem trabalhada. Cameron Diaz e Jude Law dão show de atuação, demonstrando eficiência e carisma. Ficou a impressão descarada de que a diretora privilegiou esse primeiro casal perante ao outro, formado por Kate Winslet e Jack Black, que ainda sim tiveram boas atuações, mas mereciam um espaço maior no filme, principalemnete pelo seu humor sem igual de Jack Black! O desfecho é péssimo, desmerecendo a bela história desenrolada até ali. Previsível e banal, ridicularizando o resultado geral.

    NOTA (0 a 5): 3,5
    ***

    0 Comentários:

    Postar um comentário

    Assinar Postar comentários [Atom]

    << Página inicial