CRÍTICA
FILME: ERAGON (Idem, 2006, EUA/Reino Unido)
O filme baseia-se no romance de Christopher Paolini, um jovem autor norte-americano. O livro, inclusive, foi lançado no Brasil pela Editora Rocco e foi traduzido para 38 idiomas. "Eragon" faz parte da chamada "Trilogia da Herança", seguido por "Eldest", que será lançado pela editora no Brasil (fim de outubro ou começo de novembro), e "Empire", que encerra a narrativa. Esse último deverá chegar às livrarias gringas em 2007. O orçamento da produção é de 125 milhões de dólares, mas parece que não foi bem utilizado, pois as falhas são gritantes! Um enredo mal adaptado, deixando a história vaga e sem grandes emoções! A batalha final é um fiasco! Corrida demais, sem bons lances de câmera e sem uma boa ação! Um longa que merecia uma maior atenção, quanto à produção e qualidade, já que é pensado como trilogia. Dessa forma, ninguém voltará aos cinemas para ver "Eldest"(título do 2º livro, mas não obrigatoriamente do 2º filme). O que nos resta é esperar para que a sequência seja boa ao quadrado, para compensar o fiasco desse primeiro filme da série, que foi abaixo da espectativa! Mas que ainda sim tem pontos positivos como as locações, o vilão intermediário Durza, interpretado por Robert Carlyle, que teve uma maquiagem muito boa, mas como as atuações gerais, foi muito medíocre, salvo Jeremy Irons, que está muito bem, com uma ótima atuação! Os efeitos especiais são bons e parece que foi a prioridade quanto ao orçamento geral do filme, que deixou a a desejar em outro quesitos já citados anteriormente. O dragão fêmea teve os movimentos muito bem montados, demonstrando um excelente trabalho da parte técnica digital. "Eragon" é um filme fraco, mas que tem grandes pretensões, que deixa-nos uma pontinha de esperança de que virão sequências melhores!NOTA (0 a 5): 4****
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