| em cartaz |

+ home +
+ 4fun +
+ music +
+ em cartaz +
+ instants +
+ vídeos +


comunidades orkut

+ Jornal Estação +
+ Cinema BH +






        


           


         

 
| blog | jornal estação |


expediente

editor chefe
gustavo coelho (cuei)

colunistas
alexandre costa
anderson siqueira
laura damasceno

on-line
jornalestacao@msn.com


| copyright® 2006 |
| todos o direitos reservados |



| arquivos |
 
  • 09/01/2006 - 10/01/2006
  •  
  • 10/01/2006 - 11/01/2006
  •  
  • 11/01/2006 - 12/01/2006
  •  
  • 12/01/2006 - 01/01/2007
  •  
  • 01/01/2007 - 02/01/2007
  •  
  • 02/01/2007 - 03/01/2007
  •  
  • 03/01/2007 - 04/01/2007
  •  
  • 04/01/2007 - 05/01/2007
  •  
  • 05/01/2007 - 06/01/2007
  •  
  • 06/01/2007 - 07/01/2007
  •  
  • 07/01/2007 - 08/01/2007
  •  
  • 08/01/2007 - 09/01/2007
  •  
  • 09/01/2007 - 10/01/2007
  •  
  • 10/01/2007 - 11/01/2007
  •  
  • 11/01/2007 - 12/01/2007
  •  
  • 12/01/2007 - 01/01/2008
  •  
  • 01/01/2008 - 02/01/2008
  •  
  • 02/01/2008 - 03/01/2008
  •  
  • 03/01/2008 - 04/01/2008
  •  
  • 04/01/2008 - 05/01/2008
  •  
  • 05/01/2008 - 06/01/2008
  •  
  • 06/01/2008 - 07/01/2008
  •  
  • 07/01/2008 - 08/01/2008
  •  
  • 08/01/2008 - 09/01/2008









  • | Assinar
    Postagens [Atom] |


    web hit counter





     


    emcartaz@jornalestacao.com     


    terça-feira, dezembro 19, 2006

    CRÍTICA
    FILME: JESUS - A HISTÓRIA DO NASCIMENTO (The Nativity Story, 2006, EUA)
    O filme narra fielmente, segundo à bíblia, a brilhante jornada feita José e Maria de Nazareth à Belém, para o nascimento de Jesus. Um enredo que comove tamanha beleza e que junto às locações, gerou pontos positivos. As atuações são medíocres e só são salvas pelo carisma dos atores principais. O único que se sobressaiu foi Shaun Toub ("Crash - No Limite"), que interpreta Joaquim, pai de Maria. A produção é fraca e deixa claro que o orçamento de US$ 50 milhões não foi o bastante para a diretora Catherine Hardwicke, que não saiu-se conforme o esperado. O longa deixa-nos uma impressão de termos visto um filme facilmente esquecível, sendo fraco, mas bonito de se ver. Uma curiosidade foi quanto à publicidade do filme... que foi o primeiro filme na história a ter a sua pré-estréia no Vaticano. Um longa oportunista, mas válido.

    NOTA (0 a 5): 3,5
    ***

    -anderson-

    0 Comentários:

    Postar um comentário

    Assinar Postar comentários [Atom]

    << Página inicial