CRÍTICA
FILME: OS SEIS SIGNOS DA LUZ (The Seeker: The Dark Is Rising, 2007, EUA)
Efeitos visuais alternados, ora muito bons, ora muito rasos. Esta é a principal característica que "Os Seis Signos da Luz" deixa marcado na mente do espectador. As atuações em geral são satisfatórias e não comprometem o mediano resultado final deste longa-metragem de aventura e fantasia. A direção é de David L. Cunningham, que refletiu claramente sua inexperiência na película. O roteiro, por sua vez, é assinado por John Hodge ("A Praia"), que com inteligência, manteve a platéia presa à estória o tempo inteiro, exceto na parte final do longa, que acabou vencendo-a pela repetição de várias cenas. A adaptação foi feita com base na série "The Dark is Rising", do gênero fantasia infanto-juvenil, escrito por Susan Cooper em 1967 e que contém 5 volumes, que nasceram antes mesmo da poderosa saga literária "Harry Potter". Um fato curioso é que a série "The Dark is Rising" nunca foi publicada no Brasil. A produção da película teve seus méritos e ficou por conta de Marc Platt ("Legalmente Loira"), Alex Schwartz e Evan Turner, ambos da Walden Media, empresa que atualmente produz "As Crônicas de Nárnia". A fotografia de “Os Seis Signos da Luz” é rasa, mas tem locações bem escolhidas, com a Romênia como pano de fundo, onde o filme foi inteiramente rodado. A edição é de Geoffrey Rowland ("O Advogado do Diabo") e Eric A. Sears ("Atirador"), com uma montagem, digamos, básica e sem complicações para a produção. "Os Seis Signos da Luz" surpreende pela dinâmica, mas não passa de uma película mediana, que apenas entretém crianças e adultos.NOTA (0 a 5): 3,5***
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