| em cartaz |

+ home +
+ 4fun +
+ music +
+ em cartaz +
+ instants +
+ vídeos +


comunidades orkut

+ Jornal Estação +
+ Cinema BH +






        


           


         

 
| blog | jornal estação |


expediente

editor chefe
gustavo coelho (cuei)

colunistas
alexandre costa
anderson siqueira
laura damasceno

on-line
jornalestacao@msn.com


| copyright® 2006 |
| todos o direitos reservados |



| arquivos |
 
  • 09/01/2006 - 10/01/2006
  •  
  • 10/01/2006 - 11/01/2006
  •  
  • 11/01/2006 - 12/01/2006
  •  
  • 12/01/2006 - 01/01/2007
  •  
  • 01/01/2007 - 02/01/2007
  •  
  • 02/01/2007 - 03/01/2007
  •  
  • 03/01/2007 - 04/01/2007
  •  
  • 04/01/2007 - 05/01/2007
  •  
  • 05/01/2007 - 06/01/2007
  •  
  • 06/01/2007 - 07/01/2007
  •  
  • 07/01/2007 - 08/01/2007
  •  
  • 08/01/2007 - 09/01/2007
  •  
  • 09/01/2007 - 10/01/2007
  •  
  • 10/01/2007 - 11/01/2007
  •  
  • 11/01/2007 - 12/01/2007
  •  
  • 12/01/2007 - 01/01/2008
  •  
  • 01/01/2008 - 02/01/2008
  •  
  • 02/01/2008 - 03/01/2008
  •  
  • 03/01/2008 - 04/01/2008
  •  
  • 04/01/2008 - 05/01/2008
  •  
  • 05/01/2008 - 06/01/2008
  •  
  • 06/01/2008 - 07/01/2008
  •  
  • 07/01/2008 - 08/01/2008
  •  
  • 08/01/2008 - 09/01/2008









  • | Assinar
    Postagens [Atom] |


    web hit counter





     


    emcartaz@jornalestacao.com     


    quarta-feira, dezembro 12, 2007

    CRÍTICA
    FILME: O MAGNATA (2007, EUA)
    Chega às telonas o esperado filme escrito por Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr. "O Magnata" é o primeiro trabalho do cantor como roteirista, que o assina ao lado de Johnny Araújo. Esta também é a primeira vez que Chorão é ator e compositor de trilha sonora. O filme narra a vida de André, mais conhecido como Magnata, um jovem da classe média alta que perdeu o pai e herdou sua fortuna. Magnata gasta o dinheiro de forma desordenada e incoerente, com festas, drogas, armas e garotas. Numa certa noite, para saciar seus caprichos, ele comete um crime e tem de arcar com as consequências. Politicamente incorreto, o longa tem a cara de Chorão e tem como público alvo os "aborrescentes" atuais e expõem de forma errônea, assuntos como rock’n roll, drogas, violência, imprudência, bebida, esportes e popularidade, tornando-se um mau exemplo para os mesmos. O enredo começa ruim e só piora com o passar do tempo, com exceção da parte final, que é muito boa. Os diálogos são vagos e inúteis. Barulhento demais, o filme cansa e tem cara de DVD da banda de Chorão, de tantas músicas. Dá pra contar os raros momentos de silêncio. Uma poluição sonora sem limite. E não é porque não admiro o estilo deles, mas sim devido ao excesso de canções, que acaba maltratando várias cenas. A Fotografia, por sua vez, é benéfica e muito bem dirigida por André Mondugno. Os efeitos visuais são básicos, mas agradam. Há também algumas boas tomaras de câmera. As atuações em geral são fracas, sem nenhuma exceção. Curiosamente gostaria de saber quantas vezes a palavra "caralho" é dita durante a película. É até cômico, mas a verdade é que infinitas vezes ela é repetida. Esta é a estréia de Johnny Araújo como diretor de longa-metragens. "O Magnata" é um filme fraco, feito por profissionais inexperientes, mas que ainda assim conseguiu me surpreender positivamente e acabou ficando na mediania.

    NOTA (0 a 5): 3
    ***

    0 Comentários:

    Postar um comentário

    Assinar Postar comentários [Atom]

    << Página inicial