CRÍTICA
JOGOS MORTAIS 3 (Saw 3, 2006, EUA)
O terceiro filme da série chega às telonas depois do estratégico intervalo de um ano entre os três filmes. Carnificina é a principal arma que o diretor utiliza nesse terceiro, demonstrando crueldade e sadismo, procurando impressionar o espectador com fortes cenas de tortura extrema para com seres humanos. O que poderia ser um ponto negativo (carnificina em excesso) torna-se um bom ingrediente, pois junto a outros, gera um ótimo resultado, como pegar o que teve de bom no primeiro e no segundo filme da série e misturar nesse terceiro. Esse último é muito melhor que o segundo, mas ainda fica atrás do primeiro, por não ser tão inteligente quanto. Uma boa surpresa é o final, bem pensado e inesperado. Um filme forte, mas válido, com ótima fotografia e maquiagem!NOTA (0 a 5): 4
☆☆☆☆
-anderson-

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